Sociologia do trabalho - Wikipédia, a enciclopédia livre
A Sociologia do trabalho é o ramo da Sociologia que procura estudar os sujeitos ocultos do ambiente de trabalho, principalmente as fábricas e os sindicatos estruturados, bem como os fenômenos que surgem das relações de trabalho.
Durante a maior parte da História da Civilização o trabalho foi considerado como uma atividade depreciável. A palavra trabalho evoluiu da palavra "Tripalium", castigo que se dava aos escravos preguiçosos. Para o mundo protestante europeu não latino, o trabalho não é um castigo, e sim uma oferenda a Deus. Os gregos da Idade de Ouro pensavam que só o ócio criativo era digno do homem livre. A escravidão foi considerada pelas mais diversas civilizações como a forma natural e mais adequada de relação laboral. Desde os meados do século XIX, vinculado ao desenvolvimento da democracia e ao sindicalismo, a escravidão deixa de ser a forma predominante de trabalho, para ser substituída pelo trabalho assalariado. Com o surgimento de uma valorização social positiva do trabalho, pela primera vez na história da civilização.
A Sociologia presta atenção e estuda as implicâncias sociais da relação de trabalho com a ferramenta (técnica e tecnología). As profundas transformações que derivam do passo do trabalho com simples ferramentas individuais (artesanato), ao trabalho industrial com grandes máquinas (maquinismo), ao trabalho com computadores (sociedade de informação), constituem um permanente tema de estudo sociológico.
A sociologia do trabalho acenta em 3 correntes explicativas: - Teoria da Organização ciêntifica do trabalho. - Teoria da Burocracia. - Teoria das Relações Humanas
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